Margarida Nogueira, lÃder do Convivium Slow Food Rio de Janeiro e integrante da comissão organizadora da delegação brasileira para o Terra Madre 2006, entrevistou o Chef Fabio Sicilia sobre suas expectativas sobre o evento. Além de Chef, Fabio é o lÃder do Convivium Slow Food Amazônia, com sede em Belém (Pará) e Presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL) do Pará.
Nome do restaurante: Dom Giuseppe
Em que região do Brasil está localizado? Região Norte, em Belém, Pará
Qual sua expectativa sobre o Terra Madre 2006 esse encontro entre produtores, chefs e cientistas do mundo todo?
R: O fomento de um movimento real, de dimensão mundial, que foque a melhora da qualidade de vida das pessoas e entre elas, inculcando valores mais sensatos que priorize suas necessidades reais.
Como você acha que pode contribuir para unir cada vez mais esses três pólos?
R: Usando as habilidades de chefe para desenvolver novos produtos a partir da matéria prima em abundância ou diferencial do produtor, com o apoio tecnológico dos cientistas para um projeto viável, social e ecologicamente sustentável.
Na sua opinião qual o maior problema do pequeno produtor?
R: Desinformação forçada, educação de base mutilada, na maioria dos casos não sabem ler nem escrever Sem formação de uma filosofia ética e moral adequada, problema que me parece ser mundial.
Slow Food convivium leader, 13:42:PM
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Brazil,
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Portoguês
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Dando prosseguimento à nossa série de entrevistas com os Chefs brasileiros que vão participar do Terra Madre, Margarida Nogueira, lÃder do Convivium Slow Food do Rio de Janeiro, entrevistou a Chef Ana Luiza Trajano
Nome do restaurante: BRASIL A GOSTO
Em que região do Brasil está localizado? SÃO PAULO, CAPITAL
Qual sua expectativa sobre o Terra Madre 2006 esse encontro entre produtores, chefs e cientistas do mundo todo?
-Aprender a partir da troca de experiências, estabelecer contato, estreitar o vÃnculo com o movimento Slow Food
Como você acha que pode contribuir para unir cada vez mais esses três pólos?
Através de:
- Ações que estreitem o vinculo entre os três pólos.
- Troca de experiências pessoais que fomentem o dialogo entre estes pólos
- Inclusão no Restaurante de grupos de discussão que aproximem estes pólos com o publico em geral
-Comercialização dos produtos e divulgação das suas origens , modo de preparo, etc
Na sua opinião qual o maior problema do pequeno produtor?
A dificuldade de escoar sua mercadoria e falta de incentivo de produção.
Você gostaria de fazer mais algum comentário ou dar uma sugestão?
Parabenizar a inciativa.
Saiba mais sobre Ana Luiza e o Brasil a Gosto
Neta de Nordestinos, sua maior vocação sempre foi aplicar a criatividade e o sabor da culinária contemporânea e redescobrir o que há de melhor em cada combinação de ingredientes, na escolha dos mais exóticos sabores e nos rituais à mesa e na arte de servir com alma e dedicação.
Sua aventura começa em uma viagem pelo Brasil, onde foram percorridas mais de 47 cidades e saboreadas mais de 300 receitas. Despretensiosa e cheia de vontade de inovar, Ana Luiza investigou cada cozinha, cada utensÃlio e cada brasileiro que havia por trás de cada panela, de cada cardápio, nos mais diferentes e pitorescos lugares deste paÃs.
Estes foram os ingredientes principais que fizeram dessa sonhada receita uma realidade chamada Brasil a Gosto.
Slow Food convivium leader, 15:08:PM
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Brazil
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Margarida Nogueira, lÃder do Convivium Slow Food do Rio de Janeiro, entrevistou o Chef Laurent sobre sua participação no Terra Madre 2006.
Nome do chef: Chef Laurent
Nome do restaurante: Escola das Artes Culinárias Laurent
Em que região do Brasil está localizado? São Paulo, capital
- Qual sua expectativa sobre o Terra Madre 2006 esse encontro entre produtores, chefs e cientistas do mundo todo?
R: Espero que seja produtivo e construtivo.
- Como você acha que pode contribuir para unir cada vez mais esses três polos?
R: Reforçando uma rede de informações, trabalhando em prol do incentivo a produção alimentÃcia de qualidade, da reaproximação do cozinheiro perto do campo e da formação dos indivÃduos nas cozinhas.
- Na sua opinião qual o maior problema do pequeno produtor?
R: Não tem crédito e nem apoio, sendo sufocado por medidas burocráticas a serviço de grandes interesses financeiros que usam a capa de saúde e vigilância sanitária para esconder seus verdadeiros interesses.
- Você gostaria de fazer mais algum comentário ou dar uma sugestão?
R: Precisamos trabalhar cada vez mais próximo dos pequenos produtores e definir juntos o padrão de qualidade, divulgar e encaminhar esses trabalhos ao consumidor.
Saiba mais sobre o Chef Laurent
Laurent Suaudeau, é na atualidade o mais renomado chef de cozinha francesa no Brasil, tendo se notabilizado pela delicadeza de seus pratos, preparados a partir do cruzamento de receitas tradicionais da França, com ingredientes brasileiros.
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Slow Food convivium leader, 17:28:PM
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Cook,
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Portoguês,
Brazil
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Chi sono i pastori vaganti?
Sono i custodi di un’antica tradizione: con le loro greggi, praticano il “pascolo vagante�, un’attività (regolata da precise norme giuridiche fin dal 1954) che comporta lo spostamento quasi quotidiano degli animali alla ricerca di foraggio. Trascorrono la stagione estiva in alpeggio, mentre la condizione di “vaganti� si esplica nelle transumanze da e verso l’alpeggio, ma soprattutto nel continuo vagabondaggio tra le zone di pianura e di collina dal tardo autunno alla primavera. Questi uomini ed i loro aiutanti conducono una vita difficile, scandita dalle esigenze del gregge, dalle stagioni e dalle condizioni atmosferiche. L’apparente libertà senza limiti e senza confini che il termine “vagante� può ispirare nell’ignaro osservatore, in realtà è quindi fortemente ristretta da questi fattori, che sono però intrinsechi del lavoro e non costituiscono un elemento di eccessivo disturbo.
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Terra Madre delegate, 14:36:PM
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Brazil & Its Food Terroir
Paulo A. Lima
During my last trip to Rio de Janeiro, I had the privilege to meet Teresa Corção, chef/owner of the traditional restaurant “O Navegador�. She is one of the 1000 Cooks who are attending Terra Madre 2006. Teresa is also country coordinator for IACP (International Association of Culinary Professionals) in Brazil and is the developer of a brilliant social initiative called “Projeto Mandioca� (more about it later on).
Teresa Corção and Manuel Carvalho produced and directed an independent documentary called The Professor of Manioc, which was selected and shown in the last Slow Food on Film in Italy.
Manioc is heavily featured in the Brazilian cuisine. “Pirão� is a thick gravy-like gruel prepared by cooking fish bits with manioc flour - “farinha de mandioca� in Portuguese. In the semblance of farofa (lightly roasted flour), manioc combines with rice and beans to make a typical daily Brazilian meal. Farofa is also a standard side dish for feijoada, the famous meat-and-black-beans stew. Boiled manioc is also made into a popular sweet pudding. Deep-fried (after boiling), it is often eaten as a snack or side dishes.
Manioc or cassava is also called mandioca, aipim, or macaxeira in Portuguese, mandio in the indigenous language GuaranÃ, yuca or mandioca in Spanish, singkong or ubi kayu in Indonesian, maniok in German, Danish and Czech, manyok in Haitian Creole and manioc in French.
Teresa invited me to the “O Navegador� restaurant to discuss the production realities and flavors of the Brazilian terroir. She planned a manioc flour tasting in order to experience artisan manioc flour originating from three different areas of the country – Pará, Bahia and Santa Catarina - same areas in which the documentary was based on.
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Slow Food convivium leader, 00:53:AM
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Presidia,
Brazil
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Situated along Uruguay’s Atlantic coast, the Rocha Lagoon was declared a National Lacustre Park in 1977. Home to many native species, it also hosts a myriad of migratory birds all year round, including tropical species from the south in the winter and North American species in the summer.
The Association of Artisanal Fishermen of Coastal Lagoons (APALCO) was founded within a small community made up of 20 families who capture fish and shellfish in the Puerto de los Botes area. Their objective is sustainable management of the coastal lagoon zone and of its natural resources.
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TM Blog Administrator, 11:31:AM
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The mountain horse of the Basque Country is a native breed raised free-range all year long and is at risk of disappearing. In the province of �lava, these horses are used as work animals, transportation and also for their meat. Foals are kept on pastures and reared on their mothers’ milk, hay and grain. They are butchered between 6-18 months at an average weight of 165 kilos yielding a meat that is lean, tender and flavorful. Since 1992, several chefs from the area have been involved in promoting this traditional product.
For more information about this food community, write to s DOT tramontini AT slowfood DOT com.
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Terra Madre coordinator, 10:58:AM
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