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Thursday, 14 December 2006

Food Communities Get Local

It’s already been a month and a half since Terra Madre and food communities have been busy back at home:

In Brazil at the beginning of December, communities gathered from all over the country at the Salone of Rural Territories to get to know each other and what is happening in food and agriculture in other regions, while in Bulgaria, the Smilyan food community held a bean festival in their village.

This Sunday, Slow Food Minnesota will host “Tales of Terra Madre”. Terra Madre 2006 delegates will talk about their experiences and show pictures of the conference and the Salone del Gusto. In addition to a mini farmers’ market, there will also be a potluck, and the convivium will provide a lamb tagine with Promised Land lamb and a coq au vin with Callister chicken.

What have you been up to since October 30? Which delegates are you in touch with? What projects are you working on?

TM Blog Administrator, 18:14:PM | Country, Bulgaria, Brazil, USA, Language, English | Comments (0)

Sunday, 29 October 2006

Red Seed - “Cooperation and cultural exchange with the Amazonas”

The Amazon Programme: Red Seed
--Interchange-education
--Seminary: Shared Sustainance
--Diffusion: Art and Native Medicines, the Culture of Cacao
--Construction: Home- School in the Countryside for children in Juruå in the Amazon
--Conservation: Protection of indigenous art

This project is based on cooperation Center-Peripheric, where our experience is moved to the state of Amazonas, supplying and facilitating the support received with the Asociaçao dos Moradores da Vila de Céu de Mapiå (AMVCM) and Juruå. Through this project we hope to establish a flux of interchange with the populations of Mapiå and Juruå (Brasil). Each one that comes from there will receive formation in a specific workshop so as to be able to manage in his land with the knowledge acquired.

On the other hand, professionales fromhere will go to Mapiå and Juruå to offer formation, either in the composition of workshops or in other subjects of common interest.

It was in 1980 when we arrived to the small village of Cellers, an almost abandoned site ina valley of the county of Lerida, and here in this dry land of oak and olive, of silence and quiet, our compromise was slowly forged within an action of improving, ourselves as well as our receiving-giving qualities, offering in this way our drop of water in the process that the earth is actually crossing.

We are like a small labortory that finds it,s definition at each step taken, in our community ife, work social protection, etc… This is how we meet and orient ourselves each day:
--researching/working to stabilize a “solidary capital” that would help the development of our project of cultural exchange.
--receiving students and people that perceive the need of a deep change in our daily deeds and doings.
--being a facilitating bridge of an “exchange” of art and knowledge between populations

We started with a house and a few workshops that have received hundreds of people and pretend to follow, affirming the research with better means that favour self’valuation and respect between parts.

Many people have passed through the Cacao Workshop, leaving thier donation and receiving from the cacao its medicine, that force of the insight, generous and prosperous.

With the objective to waken to a conscious compromise and with the eagerness to recover the vision of work bound with the earth, we have worked with various native medicines, integrating and combining to maintain our objectives clear and coherent with our social project, the revaluation of the new rural world and the adaptation of its people actually, as apprentices of ancestral knowledge of a life in balance with the environment and co-educators of its citizens. The capability to protect and share our work and action in this society so as to reach a world brotherhood, recover the trust and the will in front of the big challenges for a dignified survival inside the new paradigm, with respect for Moter Earth as our host. And in this way help create a more stable, spiritual, and sustainable social change.

The Association “Terra Per La Terra” (Earth for the Eart) hopes to help our living together her and learn from the native populations abroad, from their medicine, their customs.

Terra Madre delegate, 15:18:PM | Food Community, Country, Brazil, Language, English | Comments (0)

Friday, 29 September 2006

Entrevista - Chef Francisco Ansiliero

Margarida Nogueira, líder do Convivium Slow Food Rio de Janeiro e integrante da comissão organizadora da delegação brasileira para o Terra Madre 2006, entrevistou o Chef Francisco Ansiliero, de Brasília. O Chef Francisco é sócio do Convivium Slow Food de Brasília desde sua fundação, participou do Terra Madre e Salone del Gusto em 2004 e é membro da comissão brasileira da Arca do Gosto.

Nome do restaurante: Dom Francisco Restaurante

Em que região do Brasil está localizado? Em Brasília, na região Centro-Oeste.

Qual sua expectativa sobre o Terra Madre 2006 esse encontro entre produtores, chefs e cientistas do mundo todo?
R: Espero um diálogo verdadeiro, em que todos tenham oportunidade de apresentar sua realidade, num clima de respeito e compreensão.

Como você acha que pode contribuir para unir cada vez mais esses três pólos?
R: Prestigiando os produtores de minha região, utilizando seus produtos nos pratos que elaboro.

Na sua opinião qual o maior problema do pequeno produtor?
R: É respeitar seu curso de produção, pagando-lhe um preço justo.

Você gostaria de fazer mais algum comentário ou dar uma sugestão?
R:Sinto-me entusiasmado em poder participar deste evento. Espero conhecer melhor as razões e expectativas dos pequenos produtores.
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Saiba mais sobre o Chef Francisco Ansiliero
Descendente de italianos e nascido em Videira (SC), Francisco Ansiliero é um chef conceituado na cenário gastronômico nacional. Porém, antes de tornar-se chef, Francisco foi padre e professor universitário por 26 anos.

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Slow Food convivium leader, 17:36:PM | Cook, Faces of Terra Madre, Portoguês, Brazil | Comment (1)

Wednesday, 27 September 2006

Entrevista - Chef Fabio Sicilia

Margarida Nogueira, líder do Convivium Slow Food Rio de Janeiro e integrante da comissão organizadora da delegação brasileira para o Terra Madre 2006, entrevistou o Chef Fabio Sicilia sobre suas expectativas sobre o evento. Além de Chef, Fabio é o líder do Convivium Slow Food Amazônia, com sede em Belém (Pará) e Presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL) do Pará. 

Nome do restaurante:
Dom Giuseppe

Em que região do Brasil está localizado? Região Norte, em Belém, Pará

Qual sua expectativa sobre o Terra Madre 2006 esse encontro entre produtores, chefs e cientistas do mundo todo?
R: O fomento de um movimento real, de dimensão mundial, que foque a melhora da qualidade de vida das pessoas e entre elas, inculcando valores mais sensatos que priorize suas necessidades reais.

Como você acha que pode contribuir para unir cada vez mais esses três pólos?
R: Usando as habilidades de chefe para desenvolver novos produtos a partir da matéria prima em abundância ou diferencial do produtor, com o apoio tecnológico dos cientistas para um projeto viável, social e ecologicamente sustentável.

Na sua opinião qual o maior problema do pequeno produtor?
R: Desinformação forçada, educação de base mutilada, na maioria dos casos não sabem ler nem escrever Sem formação de uma filosofia ética e moral adequada, problema que me parece ser mundial.

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Slow Food convivium leader, 13:42:PM | Cook, Faces of Terra Madre, Country, Brazil, Language, Portoguês | Comment (2)

Sunday, 24 September 2006

Entrevista - Chef Ana Luiza Trajano

Dando prosseguimento à nossa série de entrevistas com os Chefs brasileiros que vão participar do Terra Madre, Margarida Nogueira, líder do Convivium Slow Food do Rio de Janeiro, entrevistou a Chef Ana Luiza Trajano

Nome do restaurante: BRASIL A GOSTO

Em que região do Brasil está localizado? SÃO PAULO, CAPITAL

Qual sua expectativa sobre o Terra Madre 2006 esse encontro entre produtores, chefs e cientistas do mundo todo?
-Aprender a partir da troca de experiências, estabelecer contato, estreitar o vínculo com o movimento Slow Food

Como você acha que pode contribuir para unir cada vez mais esses três pólos?
Através de:
- Ações que estreitem o vinculo entre os três pólos.
- Troca de experiências pessoais que fomentem o dialogo entre estes pólos
- Inclusão no Restaurante de grupos de discussão que aproximem estes pólos com o publico em geral
-Comercialização dos produtos e divulgação das suas origens , modo de preparo, etc

Na sua opinião qual o maior problema do pequeno produtor?
A dificuldade de escoar sua mercadoria e falta de incentivo de produção.

Você gostaria de fazer mais algum comentário ou dar uma sugestão?
Parabenizar a inciativa.

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Saiba mais sobre Ana Luiza e o Brasil a Gosto
Neta de Nordestinos, sua maior vocação sempre foi aplicar a criatividade e o sabor da culinária contemporânea e redescobrir o que há de melhor em cada combinação de ingredientes, na escolha dos mais exóticos sabores e nos rituais à mesa e na arte de servir com alma e dedicação.
Sua aventura começa em uma viagem pelo Brasil, onde foram percorridas mais de 47 cidades e saboreadas mais de 300 receitas. Despretensiosa e cheia de vontade de inovar, Ana Luiza investigou cada cozinha, cada utensílio e cada brasileiro que havia por trás de cada panela, de cada cardápio, nos mais diferentes e pitorescos lugares deste país.
Estes foram os ingredientes principais que fizeram dessa sonhada receita uma realidade chamada Brasil a Gosto.

Slow Food convivium leader, 15:08:PM | Cook, Faces of Terra Madre, Portoguês, Brazil | Comment (3)

Wednesday, 20 September 2006

Entrevista - Chef Laurent Suaudeau

Margarida Nogueira, líder do Convivium Slow Food do Rio de Janeiro, entrevistou o Chef Laurent sobre sua participação no Terra Madre 2006.

Nome do chef: Chef Laurent

Nome do restaurante: Escola das Artes Culinárias Laurent

Em que região do Brasil está localizado? São Paulo, capital

- Qual sua expectativa sobre o Terra Madre 2006 esse encontro entre produtores, chefs e cientistas do mundo todo?
R: Espero que seja produtivo e construtivo.

- Como você acha que pode contribuir para unir cada vez mais esses três polos?
R: Reforçando uma rede de informações, trabalhando em prol do incentivo a produção alimentícia de qualidade, da reaproximação do cozinheiro perto do campo e da formação dos indivíduos nas cozinhas.

- Na sua opinião qual o maior problema do pequeno produtor?
R: Não tem crédito e nem apoio, sendo sufocado por medidas burocráticas a serviço de grandes interesses financeiros que usam a capa de saúde e vigilância sanitária para esconder seus verdadeiros interesses.

- Você gostaria de fazer mais algum comentário ou dar uma sugestão?
R: Precisamos trabalhar cada vez mais próximo dos pequenos produtores e definir juntos o padrão de qualidade, divulgar e encaminhar esses trabalhos ao consumidor.
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Saiba mais sobre o Chef Laurent

Laurent Suaudeau, é na atualidade o mais renomado chef de cozinha francesa no Brasil, tendo se notabilizado pela delicadeza de seus pratos, preparados a partir do cruzamento de receitas tradicionais da França, com ingredientes brasileiros.

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Slow Food convivium leader, 17:28:PM | Cook, Faces of Terra Madre, Portoguês, Brazil | Comment (5)

Monday, 11 September 2006

Manioc Project

Since October 2002, children attending public schools in the city of Rio de Janeiro are having the opportunity to learn more about Brazil’s food history and habits through “Projeto Mandioca�, a project developed by Teresa Corção, chef/owner of restaurant “O Navegador�, in downtown Rio. For over 25 years in food business, Teresa believes that the project will help children to better appreciate their own families’ culinary treasures, as well as to enhance their interests for the products, tastes and aromas of the Brazilian culinary.

“Manioc was and still is Brazil’s bread since the times when the Portuguese colonizers had not yet arrived to these lands. As a major source of carbs, manioc provides the energy needed to face hard works, and can be considered as the “blood of Brazilian land�, reminds Teresa.

The real importance of this product is mostly unknown, although it is very much used and appreciated in our daily meals. In the very first contacts that the discoverer of Brazil – Pedro Alvares Cabral – had with the Indians Tupiniquins, in the south of the state of Bahia, he was introduced to manioc, a native product of those then unexplored lands

To our native Amerindians, manioc was the most important ingredient in the preparation of different meals such as porridges, cakes, breads (pirão, beiju, mingau, paçoca). As the European wheat was not suitable to the climate of the newly discovered lands, the colonizer had to get used to manioc, a root so much appreciated nowadays throughout the world. No other product is as much Brazilian and has such an importance as manioc.

With this in mind, and working together with a team of experts Teresa decided to launch her project. Through workshops in public schools, children learn the importance of manioc during informal classes, theater and hands on cooking demonstration, learning how to prepare tapioca and other traditional Brazilian dishes. This way they strengthen their relationship with their Brazilian identity.

Projeto Mandioca has been supported by EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Brazilian Agroindustry Research Company). This organization maintains Projeto Mandioca permanently updated in whatever concerns manioc in Brazil and worldwide, while improving its research studies on the subject.

VIVA A MANDIOCA !

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Slow Food convivium leader, 15:58:PM | Cook, Taste Education, Brazil | Comment (1)

Wednesday, 06 September 2006

GASTRONOMIA E SLOW FOOD

“Gastronomia é a arte de usar a comida para criar felicidade� - Kraffft-Ebbing

A gastronomia aí está desde remotas eras. Ultimamente, parece que ficou mais visível, mais comentada.

Há um interesse crescente e generalizado por tudo o que se refere ao assunto: é charmoso conhecer iguarias exóticas, analisar sabores, perceber aromas, degustar vinhos, preparar uma receita diferente, surpreender o paladar com novas e intrigantes texturas e por que não, ser um chef, profissional ou de fim de semana.

Nem sempre a gastronomia é bem interpretada. É julgada como coisa de elite sofisticada. E os gastrônomos então, esses são simplesmente um bando de glutões egoístas.
Talvez sejam resquícios do período Napoleônico ou da época de Luis XVIII quando um conceito burguês da mesa era o corrente, não só na França, mas também em outros paises europeus.
Mas, afinal, que ciência, que arte é esta?

A gastronomia é o estudo da relação entre a cultura e a comida. O termo gastronomia tem sido empregado referindo-se tão somente ao ato de cozinhar, às artes culinárias. Mas isso é só a ponta do iceberg desta ciência que une componentes culturais tão diversos, tendo como eixo a comida. Descobrir, degustar, experimentar, pesquisar, cuidar, compreender, escrever são atividades ligadas à gastronomia. E a comida envolve também a literatura, as artes plásticas, a música, a dança. E ainda a matemática, física, química, história, geografia, biologia, agronomia e mais antropologia, psicologia, filosofia, sociologia!!!Enfim a gastronomia é um prato fascinante.

Quando vejo uma bela mesa, cheia de quitutes, preparada para uma festa ou mesmo em um restaurante acontece comigo algo quase inevitável: passa na minha cabeça como que um mini making of daquela preparação toda: quem pegou aquela lagosta, como? quais as inúmeras pessoas que colheram uma por uma as florezinhas do açafrão, que intrépida sertaneja subiu ao mais alto galho da árvore para colher o melhor umbu, esse feijão vem de onde, e a flor do sal como surge, e as uvas ... será que ainda estão verdes???

Intelectuais da terra - é como, carinhosamente, Carlo Petrini, fundador do Slow Food se refere a esse enorme contingente, a esse diversificado batalhão de trabalhadores, gente quase sempre simples, cada um num canto do mundo, cuidando daquilo que é sua tradição, sua identidade e que para deleite geral vai chegar às mesas, às nossas mesas…

Inúmeros são esses Dom Quixotes que se dedicam a resgatar ou manter espécies nativas, trabalhando a terra com respeito ao ambiente e às tradições, tentando adaptar suas técnicas às mudanças climáticas e produzir um alimento saboroso e de qualidade.

image Foto: Feijão Canapu nas mãos de um agricultor.  O Feijão Canapu é uma Fortaleza Slow Food. 

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Slow Food convivium leader, 22:42:PM | Country, Brazil, Language, Portoguês | Comment (5)

Tuesday, 05 September 2006

Manioc Flour Tasting - Rio de Janeiro, Brazil

Brazil & Its Food Terroir
Paulo A. Lima

During my last trip to Rio de Janeiro, I had the privilege to meet Teresa Corção, chef/owner of the traditional restaurant “O Navegador�. She is one of the 1000 Cooks who are attending Terra Madre 2006. Teresa is also country coordinator for IACP (International Association of Culinary Professionals) in Brazil and is the developer of a brilliant social initiative called “Projeto Mandioca� (more about it later on).
Teresa Corção and Manuel Carvalho produced and directed an independent documentary called The Professor of Manioc, which was selected and shown in the last Slow Food on Film in Italy.

Manioc is heavily featured in the Brazilian cuisine. “Pirão� is a thick gravy-like gruel prepared by cooking fish bits with manioc flour - “farinha de mandioca� in Portuguese. In the semblance of farofa (lightly roasted flour), manioc combines with rice and beans to make a typical daily Brazilian meal. Farofa is also a standard side dish for feijoada, the famous meat-and-black-beans stew. Boiled manioc is also made into a popular sweet pudding. Deep-fried (after boiling), it is often eaten as a snack or side dishes.

Manioc or cassava is also called mandioca, aipim, or macaxeira in Portuguese, mandio in the indigenous language Guaraní, yuca or mandioca in Spanish, singkong or ubi kayu in Indonesian, maniok in German, Danish and Czech, manyok in Haitian Creole and manioc in French.
Teresa invited me to the “O Navegador� restaurant to discuss the production realities and flavors of the Brazilian terroir. She planned a manioc flour tasting in order to experience artisan manioc flour originating from three different areas of the country – Pará, Bahia and Santa Catarina - same areas in which the documentary was based on.

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Slow Food convivium leader, 00:53:AM | Cook, Faces of Terra Madre, Presidia, Brazil | Comment (7)